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11 Jan 2012 CATEGORIA: Álbum particular, Viagem

Álbum Particular . Nova York

Em 2010 eu não fiz uma única viagem. Sabe o que é NENHUMA? Zero! E eu AMO viajar! Tenho ansiedade de conhecer 1000 lugares, sabe? O problema é que a gente (profissional liberal) que não tem carteira assinada e 30 dias de férias garantido, vai caindo de cabeça no trabalho e se deixar não fazemos nada além disso. Eu me dei conta disso no final de 2010. Então, lendo os blogs que eu acompanho no reader (sobre organização, viagens, fotografia) fui pensando no que eu queria para mim em 2011. O ítem número 1 era me programar e VIAJAR!

No blog da Adriana (que é uma ex-noiva nossa e viajante profissional, se ainda não tem o blog dela no reader, coloquem agora e já!) li algum post em que ela conta como organiza as viagens do ano todo. Ela explicou que procura fazer isso no começo do ano para analisar os feriados e possibilidades. Eu tive um estalo tipo Mas é óbvio! Porque não fiz isso antes? E nós que trabalhamos com casamento temos que fazer logo LOGUINHO em janeiro, para poder saber que meses vamos bloquear, ou que buracos temos na agenda para encaixar uma viagem. Por exemplo, o meu dia 9 de junho de 2012 ficou vago. Havia um casamento que não vai mais acontecer. Cancelamentos assim são raros, e como junho já é logo ali (difícil alguém solicitar a data estando tão perto) logo encaixei uma viagenzinha aproveitando que tem o feriado de Corpus Christi.

Bem… além dessa coisa de ir avaliando a agenda, as leituras nos blogs de organização me ajudaram ainda mais. Principalmente o blog da Rita, que me apresentou vários aplicativos que auxiliam nessa tarefa, como o Evernote, por exemplo. Para quem é viciado em listas como eu, indico de olhos fechados. Eu já tenho no Evernote as minhas listas de viagem de 2012 e 2013 (os destinos que desejo conhecer) e ali vou colando várias dicas, links e sugestões sobre os destinos. Faço cotações, coleto fotos e textos no google, anexo tudo ali no Evernote. Fica bem organizadinho. Em janeiro já pretendo ter tudo acertado quanto a 2012 e assim essa tarefa e programação “turística” já fica toda concluída quando inicio os casórios em fevereiro, podendo me concentrar mais para o trabalho.

Enfim… às vezes penso que beiro a patologia nessa coisa de organização e listas, mas graças a esse, digamos, “tique nervoso”, consigo otimizar o meu tempo. Me torno mais produtiva. E viajar me deixa mais motivada para o trabalho também. Quando a gente se desliga desse mundinho que é a nossa rotina, a cidade e seus barulhos macro urbanos, a correria e compromissos domésticos, depois volta tão mais revigorado. E assim, somando com as listas de tarefas e objetivos, consigo ter mais tempo para mim, para a minha família, para as minhas noivas e para os meus prazeres (como viajar).

Me senti renovada quando cheguei de NY naquele clima de fim de ano, de reflexão… traçando novas metas, vendo o que errei, o que acertei… Consegui encaixar 3 viagens a 3 países diferentes, no meio de um ano em que tive obra no escritório, emergências (de saúde) na família, o MEU CASAMENTO…. Terminei o ano mega feliz e satisfeita com tudo o que aconteceu quase como um furacão. Tudo tão intenso e rico em mil sentimentos maravilhosos. Antes era difícil organizar uma viagem só no ano, eu sofriiiiiia, e agora aprendi como aproveitar todas as possibilidades. É bom quando a gente consegue fazer tudo aquilo que traz paz, prazer e felicidade.

Eu queria muito conhecer Nova York, fazer as comprinhas de fim de ano, ver a decoração de natal (que eu aaaaaaaamo) e ver a árvore do Rockfeller. A PRIMEIRA coisa que eu fiz foi isso. Fui ver a famosa árvore de natal de Rockfeller Center. Já era noite, chovia… era nosso primeiro dia em NY e fomos andando mesmo, porque sabíamos que era próximo e estávamos sem paciência para conhecer o metrô naquele momento.

Ai que linda que é a árvore!!! E as vitrines das lojas pelo caminho? Fico louca! Adoro! :-)


 

Só no dia seguinte fomos então conhecer o metrô e explorar melhor a cidade. Gente, dá vontade de chorar quando a gente conhece o metrô desses lugares, não? Paris, Londres, Nova York… caramba, o metrô leva a gente pra TOOOOOODO lugar! É maravilhoso. Compramos aquele bilhete ilimitado de uma semana e pronto. Fizemos tudo de metrô. O primeiro museu que fomos foi o de História Natural. Lindo! Mas cansativo. Meu marido adora. Ficamos quase 8 horas lá dentro porque ele pára em tudo, lê tudo… até os bichos (que vimos ao vivo na Africa) ele ficava analisando e lendo. :-D Destaque para a parte em que fala dos países e continentes: sobre o Brasil falam só dos índios.















 

E partimos para o alto!





 

Nós compramos o ticket que vai até o topo do topo do Empire State. Então quando você já está lá no topo pega um elevadorzinho mais sinistrinho para subir mais. Pensei na mamãe na hora. DUVIDEODÓ que ela fosse subir ali. :-)





 

No Empire, fomos a noite, e no Rockfeller fomos durante o dia. Minha outra ex-noiva maravilhosa, a Alice (que mora lá em NY) deu essa dica pra gente. Disse que é legal ir ao Rockfeller de dia, para ver todo o Central Park e também o próprio Empire. E além disso, o Empire fecha meia-noite e era do ladinho do nosso hotel. Era o tipo de programa que poderíamos deixar para bem tarde. E do Rockefeller fomos até a Times Square. Almoçamos no Planet Hollywood (adorei!) e compramos ingressos para o Homem-Aranha na Broadway. Ai gente, NY é uma delicia!




 

O elevador do Rockfeller apagas as luzes quando começa a subir e acende as luzes no caminho do elevador até o alto, com o teto em vidro transparente passando uma projeção e iluminando o percurso. (pensei na mamãe de novo, ela ia enfartar!) :-)















 

Sabe que não tivemos vontade de ir até a Estátua da Liberdade? Várias pessoas disseram que é sem graça. Tivemos uma certa preguiça. Preferimos aproveitar indo ao Soho, ao Village, caminhar sem rumo… Adoro isso! O Washington Square é uma delicia! Ficamos ali um tempinho curtindo o solzinho de inverno, namorando, ouvindo música (havia um pianista no meio da praça, como ele levou o piano, eu não sei). Tinha um parquinho para cães ali também muito fofo. Invejei os novaiorquinos demais! Queria uma praça igualzinha aqui em Niterói.



















 

Agora, se tem um lugar FORTE é o Memorial 9/11. Não poderia deixar de ser um clima pesado, um SILENCIO… eu fiquei parada ali olhando aquele memorial (muito bonito, aliás) e me deu uma tristeza. Uma coisa estranha. Uma dor. Um medo. Medo por constatar tão de perto o que o homem é capaz de fazer no mundo. Será que vai acontecer de novo? Medo.








 

E a volta foi tão corrida caindo logo nos preparativos de Natal e Reveillon que eu mal pude ainda transferir as fotos da câmera profissional que eu usei no Central Park. Fomos com Alice e Vinicius (meu ex-casal de noivos) e fizemos um ensaio lá. Nos divertimos muito e depois almoçamos num lugar maravilhoso chamado Boathouse. GENTEEEE, parada obrigatória!

Só tenho algumas fotinhos do Central Park porque as outras que eu fiz com a Nikon (e o ensaio) ainda não separei. Depois eu mostro aqui para vocês.



 

Ahhh e teve o MoMA. Só fomos em dois museus em NY. Ando meio cansada de Museu, sabe? Não queria perder muito tempo com isso. Mas sempre rola aquele medo de arrependimento. E sempre ouvimos dizer que temos que ir no Museu x, y e z. Bem…. o MoMA foi meio decepcionante. Eu sou do tipo que olha um quadro todo branco na parede do museu e NÃO ACEITO que seja significativamente importante para estar num museu, sabe como? Então… lá tem muito disso. Curti a parte de fotografia e design. Só.



















 

Esse post não está bem numa ordem cronológica, é bem um resumo do resumo de quase 10 dias de NY. Nos últimos diazinhos foi um pulinho na Apple, um pulinho na Tiffanys (lindo lindo de morrer, 6 andares de brilhantes!), uma última visitinha na Macys, na HM, na MAC para um último batonzinho que faltou…. :-))))  e zéfini. Que triste! Ficaria mais uma semana tranquilinha. Queremos ir no verão porque muitos passeios românticos deixamos de fazer por conta do frio. A máxima que pegamos foi 11 graus e a mínima -3 graus. Brrr.

Dica de comidinha italiana gostosa e MUITO barata, um restaurante que fazia entrega no nosso hotel, Bella Napoli. O chef era brasileiro, ficou conversando com a gente um tempão. Fomos lá algumas vezes para almoçar ou jantar e sempre pedíamos um vinho californiano, delicioso e super barato. De entrada sempre pedíamos o pão de alho. Nossa, o melhor pão de alho de todo o mundo!!! Hummmm







 

Algumas fotos de iphone







 

Beijos e até a próxima viagem!
No próximo post, um ensaio. :-)

♥ Fabi



31 Oct 2011 CATEGORIA: Álbum particular, Viagem

Álbum Particular . África do Sul . Cape Town e Kruger Park

Olá, amigos!
Como muitos acompanharam no facebook e twitter, na semana retrasada fizemos uma viagem incrível pela África do Sul. É claro que tirei zilhões de fotos, mas filtrei algumas para mostrar pra vocês. São muitas cores e muita VIDA que deixa a gente louca querendo fotografar tudo. Em qualquer lugar que você vá dá de cara com um bichinho, com uma paisagem maravilhosa, com um rosto sul africano marcante, tudo super fotografável. Até o dinheiro é LINDO! :-)

Começamos por Cape Town. Cidade linda demais, limpa, organizada… E o trânsito? Dá inveja!!!

Quando programei a viagem fiquei pesquisando muitos blogs e sites sobre o turismo na África do Sul. Uma questão comum era a velha dúvida: Fazer tudo por conta ou fazer pacote em agência de turismo? Até que li a dica no blog do Ricardo Freire dizendo que para lugares mais exóticos e ecoturismo, os pacotes são mão na roda. Então escolhi a agência Adventure Club e não me arrependo de nada! Para Cape Town escolhi dois passeios pela manhã, assim teria as tardes livres para voltar onde mais tivesse gostado, ou para fazer outras coisas com mais liberdade, como por exemplo subir a Table Mountain.






Esse bairro com várias casinhas coloridas é o bairro muçulmano de Cape Town. Nesse City Tour também conhecemos um parque bem legal e passamos pelo estádio de futebol (que após a Copa ficou abandonado, uma pena!) No dia seguinte fizemos o Peninsula Tour, muito bacana também! Visitamos os pinguins e fomos ao Cabo da Boa Esperança beeeeeem na pontinha do continente. Foi emocionante estar ali, tão longe de casa, e lembrando das aulas de História da 5ª série. :-) Pelo caminho esbarramos com uma família de babuínos! Lindos! E no fim do passeio ficamos no Waterfront.
Aliás, todos os 3 dias fomos ao Waterfront, um lugar que lembra muito Puerto Madero, em Buenos Aires. Muitas lojinhas, restaurantes maravilhosos, um shopping cheio de lojas tentadoras :-) e um Aquário! Eu já conhecia outros aquários no mundo, mas nunca tinha ido com Alexandre, a gente não se animava em outras viagens… Mas como desta vez estávamos bem ali em frente e sem planos já que a Table Mountain estava fechada, decidimos ir. Foi ótimo! Tinha uns pinguins fofos que nadavam fazendo gracinha pra gente. (depois vou tentar postar alguns videos, tem coisa que no video fica muito mais lindo que na foto :-) E claro, tinha os tubarões incríveis.

























 

No último dia conseguimos subir a Table Mountain! É muito legal caminhar lá em cima, naquela imensidão. É uma sensação de liberdade, uma grandeza, uma beleza enorme, um visual…. estar lá no alto enche a gente de paz, sabe? Acho que é isso que eu senti em toda a minha estadia na África do Sul, uma paz muito grande.




 

Finalmente chegou o dia de irmos para a região do Kruger Park, a parte mais esperada e desejada. Queríamos logo ver os “Big Five” e não saberíamos se era possível. Então tinha uma mistura de ansiedade, curiosidade, e da minha parte ainda tinha a emoção (medo) do avião teco teco que pegaríamos. Para completar, o voo atrasou! Além disso eles não tinham cerimônia em dizer que o avião QUEBROU e tiveram que providenciar outro. Ok ok…. entramos então num jatinho quase 2 horas depois da hora prevista. Eu já estava tensa e com medo de perder o primeiro safári do dia, e mais tensa com o avião quebrado, mas para nos consolar o piloto disse que fomos colocados num avião mais moderno e RÁPIDO, e que chegaríamos em 30 minutos. Humm… menos mal.

Aí começou o meu êxtase! A gente chega no aeroporto (super rústico) e já entra no Kapama. Trata-se de uma reserva particular nos arredores do Kruger Park, onde ficam os lodges para hospedar os turistas. São 5 Kapamas 5 estrelas, extraordinários. Nós ficamos no Kapama River Lodge, um espetáculo!!! Um ranger já busca a gente no aeroporto em veículo de safári, então tudo o que passei de espera e medo no aeroporto até estar em terra firme PASSOU rapidamente. Eu estava maravilhada! No caminho para o lodge já víamos impalas e girafas. Era só para dar um gostinho do que esperar dos safáris. Chegamos por volta das 14:30 e fomos super bem recebidos com um drink delicioso, num astral e numa energia surreal de tão gostosa! Descansamos um pouco na beira da piscina até a hora do safári, às 16:30.

Logo no primeiro safári vimos um leão e sua leoa. Quase MORRI!!!!!! Leão é o meu animal mais predileto de todos!!! Foi muita emoção poder vê-lo LIVRE, no seu habitat natural, como todos os animais deveriam ser! Logo em seguida presenciamos a leoa caçando! Ela ficou observando a sua presa super atenta, andando devagarinho e depois partiu em sua direção, mas não vimos consumar a caça, pois entrou savana a dentro fora da nossa visão.
Tem o lado triste… em outro dia vimos uma girafa morta. :-( A barriga foi devorada e parecia recente. Imaginamos que as leoas que vimos antes haviam jantado a pobrezinha pois nitidamente as leoas estavam de barriga cheia, na sombrinha, fazendo a digestão.

Além do leão, fazem parte dos “Big Five” o rinoceronte, elefante, búfalo e leopardo. Nossa ranger, a Veruska, logo nos disse que seria difícil encontrar o leopardo. Ela contou que eles são muito rebeldes, mais ariscos e se escondem com facilidade. Eles mal conseguem fazer um senso de quantos leopardos há na reserva do Kapama porque eles pulam as divisas, depois voltam, outros não voltam… Enfim….
A verdade é que por esse motivo, a parte mais emocionante de todas foi quando conseguimos ver um leopardo!! E-MO-CIO-NAN-TE!!!!!! Ele estava jantando um javali que acabara de caçar. Estava no alto da árvore tão faminto que nem se abalou com a nossa presença! Genteeeee, MARAVILHOSO sentir a vida VIVA assim!!!




Nosso tracker, Alfred. O tracker é o cara que fica bem na frente do veículo atento observando os animais, rastreando pegadas e guiando o ranger.

Nossa ranger, Veruska. O ranger é a pessoa que dirige o veículo e fala sobre os animais que avistamos.
Os dois são nascidos e criados na África do Sul, esse país multicolorido! Todos os funcionários do Kapama falavam africanês entre eles. Era bonito de ouvir, como disse Alexandre, é uma língua bem sonora. Mas às vezes dava aflição não entender o que eles falavam nos radinhos. :-) Com os turistas eles falavam em inglês.

Abutres, sinal de carcaças e leões próximos.








No por do sol, pausa no meio da savana para um drink! DELICIAAAAAAA!!!



Um pouquinho do hotel:




O jantar era num ambiente aberto com uma fogueira e muitas lamparinas. Comemos um churrasco de cordeiro dos deuses! Nunca tinha comido cordeiro e só de estar escrevendo tá me dando água na boca! Hummmmm
Mas voltando aos safáris…
No dia seguinte vimos muitos bebês! Rinoceronte e seu bebê, hipopótamo e seu bebê, elefantes e seus bebês…. búfalos e búfalinhos! :-)
Vimos também o local onde fazem passeios com elefantes, mas a gente não fez esse passeio. O gostoso foi ver dois elefantinhos brincando.













No safári da manhã era pausa para um café.
A rotina era assim: as 5:00 eles acordam a gente por telefone. As 5:30 devemos tomar um pré-café (que é como o café normal nosso) com leite, paezinhos, café, bolo. E saímos para o safári às 6:00.
Às 9:00 voltamos do safári e tomamos o que eles chamam de café da manhã. O café da manhã na África é super esquisito, tem comida junto. Omelete, crepe, carne moída, e mais os paes, geleias sucos, leite, cereais…. vixi maria, dá pra fazer uma dieta de engorda BOA lá. :-)
Na volta do safári o lance é curtir o hotel. Tomar uma cerveja africana na varanda do quarto, ou relaxar na piscina, almoçar, e depois tirar aquele sono gostoso antes do próximo safári.





 

A gente ficava na piscina e via uma família de impalas passando… era muito gostoso! Eu escrevia pra minha mãe e para a Carol sem saber descrever a paz que o lugar trazia pra mim, o quanto eu me sentia viva ali e me dando conta de como nos prendemos com preocupações e muitas coisas tão pequenas durante o nosso dia a dia. A vida é MUITO MAIS maravilhosa do que tantas miudezas que lemos na internet ou que vivenciamos no nosso cotidiano. E eu mal esperava o que estava por vir no safari da noite….
















Enfim…. 4 safáris (mas eu faria 6!!!) em 2 noites (eu ficaria 4!!!) no Kapama, incríiiiiveis! Fechando com chave de ouro dando de cara com o leopardo, concluindo então as fotos de todos os “Big Five” para o meu álbum da África do Sul. O último dia foi tristinho…. mas vamos voltar com certeza! Talvez em outro país para conhecer mais lugares e pessoas diferentes, ainda não sabemos qual. Temos só a certeza de que vamos voltar ao continente africano.

 

A volta além de triste por estar indo embora, foi traumática no teco teco. Um avião tão velho, mas tãããããão velho que nem tinha ar condicionado! As pessoas suavam e se abanavam (as aeromoças, inclusive). :-) Mas sobrevivi! É o que importa! E cheia de histórias para contar. Tentei resumir ao máximo no post e espero que gostem e se animem de conhecer a África do Sul! Vale a pena.

Boa semana para todos!
Beijos! Fabi



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